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O terremoto que abalou a região central da Itália na madrugada de segunda-feira deixou 235 mortos, segundo balanço divulgado na noite desta terça (7) pela Defesa Civil.

Há 1.000 feridos e 17 mil desabrigados.

Durante a tarde, um corpo foi achado entre escombros de uma casa no centro de L’Aquila.
Os resgatistas também conseguiram resgatar com vida uma mulher de 20 anos que ficou 42 horas entre as ruínas.

Nesta terça, um novo tremor atingiu a região, mas, aparentemente, sem deixar novas vítimas. Agências chegaram a noticiar um novo morto, mas os bombeiros desmentiram.

O tremor, de magnitude 5,6, foi resgistrado às 19h47 (hora local), 14h47 pelo horário de Brasília, a 70 km de Pescara e a 90 km de Roma, segundo o Centro de Estudos Geológicos dos EUA.

Testemunhas em L’Aquila disseram que prédios que haviam sido danificados pelo tremor de segunda ruíram com a réplica. O tremor foi sentido também na capital, Roma.

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A Coreia do Norte ordenou a seus militares que se preparem para o combate, informou a imprensa estatal nesta segunda-feira (hora local), pouco antes de iniciarem as manobras conjuntas dos Estados Unidos e Coreia do Sul, que o regime comunista classificou de prelúdio da guerra.

Em um comunicado divulgado pela agência norte-coreana KCNA, o Exército do Povo Coreano (KPA) descreveu o exercício militar de Washington e Seul como um fato “sem precedentes em relação ao número de forças agressoras envolvidas e sua duração”.

“O Comando Supremo do KPA emitiu uma ordem a todo seu pessoal de serviço para que estejam preparados para o combate”, segundo o comunicado.

“Esta é apenas uma medida de defesa para proteger a soberania e dignidade de nossa nação”, acrescenta a nota.G1

– A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, concordaram nesta sexta-feira em tentar alcançar até o final do ano um novo acordo para a redução de armamentos estratégicos, entre eles armas nucleares (o acordo é conhecido pela sigla inglesa Start).

“Esta é a maior prioridade de nossos governos”, afirmou Hillary Clinton após um encontro de duas horas de duração com Lavrov, em Genebra, na Suíça.

Já o chanceler russo, descreveu o atual acordo para o desarmamento – que expira no próximo mês de dezembro – como “obsoleto”.

Pelo Start I, assinado em 1991 pela então União Soviética e os EUA, os dois países se comprometeram a limitar em 6 mil o número de ogivas nucleares para cada um dos lados, assim como em 1.600 o número de mísseis e bombardeiros.

O acordo foi seguido pelo Start II, que, no entanto, nunca foi colocado em prática.

Após a reunião em Genebra, Hillary e Lavrov também afirmaram que os dois países concordaram em trabalhar juntos em outras questões de interesse comum, como a Guerra no Afeganistão, o Oriente Médio, Irã, a Coreia do Norte e a redução de armas nucleares.

Mesmo assim, os dois representantes afirmaram que as diferenças nas posições dos dois países continuam.

“Eu estou convencido de que a secretária de Estado (Hillary Clinton) vai concordar que estas prioridades coincidem em sua maioria. (Mas) seria um exagero afirmar que concordamos em tudo. Chegamos a um consenso de que em todas as questões, incluindo aquelas em que temos diferenças, nós trabalharemos como parceiros, de modo honesto e aberto”, disse Lavrov após a reunião.

Já Hillary afirmou que as relações entre os dois países precisam de “mais confiança, previsibilidade e progresso”.

Durante o encontro entre os dois diplomatas, Hillary fez uma brincadeira com Lavrov, presenteando-o com uma pequena caixa com um botão vermelho com a palavra “reset” (reiniciar, em tradução livre), um símbolo da vontade de Washington de começar uma nova relação com Moscou.

A brincadeira, no entanto, não foi totalmente bem sucedida.

Ao entregar o presente a Lavrov, Hillary perguntou se a tradução estava correta, afirmando que “trabalhamos duro para achar a palavra certa em russo”.

“Você acha que acertamos?”, perguntou Hillary.

Lavrov, no entanto, afirmou que a tradução estava errada.

Ele se referia ao fato de o botão trazer a palavra russa “Peregruzka”, que significa algo como “sobrecarregado”, e não “Perezagruzka”, que seria a tradução correta para o russo.

Mesmo assim, o chanceler afirmou que guardaria o presente em sua mesa de trabalho.

Antes do encontro, em uma entrevista à BBC em Bruxelas, Hillary afirmou que o desejo do presidente dos EUA, Barack Obama, de renovar as relações com Rússia não quer dizer que Washington esteja desistindo de apoiar seus aliados.

“Existem áreas em que nós simplesmente discordamos completamente, e não vamos colocar isso debaixo do tapete”, afirmou Hillary, em entrevista à BBC.

“Não vamos reconhecer as zonas separatistas da Geórgia, não vamos reconhecer qualquer esfera de influência por parte da Rússia ou nenhuma possibilidade de eles terem algum poder de veto sobre quem pode se juntar à União Europeia ou à Otan”, acrescentou.

As relações entre russos e americanos se deterioraram nos últimos anos. O papel da Rússia na guerra na Geórgia e o apoio dos Estados Unidos à entrada da Geórgia e da Ucrânia na Otan contribuíram para isso.

Outro tema que provoca atrito na relação entre Estados Unidos e Rússia são os planos americanos de instalar um sistema de defesa antimísseis nos territórios da Polônia e da República Checa. A iniciativa não conta com a aprovação de Moscou.

O correspondente da BBC em Moscou, Rupert Wingfield-Hayes, no entanto, afirma que a situação agora está diferente, com a Rússia sinalizando com uma postura menos beligerante.

Segundo ele, a crise financeira atingiu fortemente a economia russa, e o país agora precisa de parceiros e investimentos, e não de uma nova Guerra Fria. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Um sistema pioneiro permitirá que os médicos acompanhem os pacientes com Mal de Parkinson através de controle remoto, através de um sofisticado programa de informática com conexão sem fio ao hospital onde são tratados.

Isso será possível graças a uma tecnologia inovadora projetada por uma equipe de médicos, liderada por espanhóis, segundo informações de hoje de Madri.

Trata-se do projeto Perfom, coordenado pela Siemens Espanha, no qual trabalham sete países da União Europeia (UE).

O Parkinson é uma doença até agora sem cura, originada por uma degeneração dos neurônios dopaminérgicos da substância negra, e que afeta duas em cada mil pessoas, normalmente com mais de 60 anos.

Os pacientes que participam de forma voluntária do projeto são portadores de uma variedade de micro-sensores incorporados na roupa, em camisas elásticas, munhequeiras e tornozeleiras.

A ideia é controlar de forma remota o estado dos pacientes, muito variável, rapidamente.

Assim, a informações micro-sensores é recebida e há a detecção da evolução dos doentes: se a mobilidade é boa ou ruim, se têm problemas ao caminhar, se caem, se piora sua capacidade para falar, entre outros aspectos.

Um sofisticado software, projetado pela Universidade Politécnica de Madri, permitirá interpretar os dados recebidos do paciente.

O tratamento atual para estes pacientes consiste em calibrar a medicação de acordo com consultas médicas pontuais e com dados apresentados pelo próprio doente, que oa anota em um diário ou agenda.

Com o novo sistema, o médico terá informação exata e concreta da situação do paciente, o que evitará deslocamentos, internações e erros na medicação.


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