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A menina Luana Cecli Lichkoviski, de 6,1 quilos e 56 centímetros está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre desde domingo (8). Ela nasceu na tarde de quinta-feira (5). Segundo Alice Botta, médica plantonista responsável pelo acompanhamento da criança, Luana deve sair da UTI em três dias.

De acordo com ela, Luana tem uma alteração no miocárdio, de origem secundária por causa do peso acima do normal para um recém-nascido. “O bebê tem peso de uma criança, em média, de 4 meses. Apesar disso, o estado de saúde é estável”, disse a médica.

Luana nasceu no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Ela foi transferida inicialmente para um hospital em Santa Rosa (RS). No domingo (8), ela foi levada para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Luana Cecli está internada na UTI da Santa Casa de Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)

Luana Cecli está internada na UTI da Santa Casa de Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)

A Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim informou que a mãe já recebeu alta médica e está em casa. Ela será levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha. “Por enquanto, a criança é alimentada por sonda”, disse a médica Alice Botta.

A mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. “Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê”, disse Jorge Leandro, secretário de Saúde de Alecrim.

Mandioca

O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. “As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo”.

Luana está internada na UTI da Santa Casa de Porto Alegre (Foto: Divulgação/Hospital de Caridade de Alecrim)

Luana está internada na UTI da Santa Casa de Porto Alegre (Foto: Divulgação/Hospital de Caridade de Alecrim)

Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. “Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco”

Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles. G1

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O programa Farmácia Popular, criado pelo Governo Federal para deixar alguns remédios mais baratos, está sendo usado de forma irregular por drogarias conveniadas. Para atrair mais clientes e ter mais lucro, alguns comerciantes estão dando prejuízo aos cofres públicos.

Quem chega com receita médica e CPF na mão, pode comprar anticoncepcionais, remédios para hipertensão e diabetes com até 90% de desconto. A parceria com farmácias e drogarias da rede privada foi criada em 2006. O percentual de desconto vira um reembolso que a farmácia recebe do Ministério da Saúde.

O remédio só pode ser vendido com desconto se o paciente assinar a nota fiscal no balcão, mas essa exigência tem sido descumprida porque muitas empresas viram no programa uma chance de ganhar mercado e mais dinheiro. A entrega em casa, sem qualquer assistência farmacêutica, abriu um caminho tão fácil para o lucro que fez surgir uma nova tática na praça: a busca por clientes de porta em porta.

Moradora de um bairro pobre de Betim (MG), a costureira Arlene Moreira tem recebido tratamento especial de uma farmácia da cidade vizinha de Contagem (MG). Para receber a doação, ela diz que só precisou preencher um cadastro, durante uma visita em casa.

Com uma câmera escondida, a equipe do Jornal Nacional comprovou irregularidades em algumas farmácias. Alguns casos sugerem falha na fiscalização do governo. Uma empresa, por exemplo, fica na cidade vizinha de São José da Lapa (MG) e não é sequer credenciada no programa Farmácia Popular. O balconista diz que registrava as vendas em nome de outra drogaria. Na farmácia que emprestava o registro, no entanto, ninguém quis falar sobre o assunto.

Nessa briga para conquistar mercado, as drogarias particulares inscreveram até pacientes que já recebem a medicação de graça dos postos de saúde. Isso tem levado o governo a gastar duas vezes para fazer o mesmo tratamento. O próprio sindicato que representa as farmácias já denunciou 17 empresas ao Ministério da Saúde.

O diretor de assistência farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento, disse que o programa da Farmácia Popular nasceu da ideia do cofinanciamento, quando o usuário paga, no mínimo, 10% do preço do remédio. Segundo ele, quando as farmácias não cumprem a portaria do programa, é aberto processo administrativo que pode terminar com o descredenciamento da drogaria.

Os médicos mostraram nesta quinta-feira (5) imagens da chegada do coração que foi transplantado nesta quarta-feira (4), em São Paulo. A operação foi realizada em um homem de 53 anos, que mantém dois corações batendo no corpo. A estimativa é a de que o paciente permaneça de sete a dez dias na unidade de terapia intensiva.

O procedimento durou quase 13 horas e foi considerado um sucesso. O paciente ainda passa por momentos críticos, pois seu quadro de saúde é considerado grave, porém estável. O homem conta com a ajuda de aparelhos para respirar e para que o sangue circule no coração. Ele também recebe medicamentos para estimular os batimentos cardíacos.

Nesta primeira semana após a cirurgia, o grande desafio será a adaptação do organismo com o funcionamento dos dois corações.


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