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A Polícia Civil do Maranhão investiga o desaparecimento de um recém-nascido da Santa Casa de Misericórdia, no centro de São Luís. A menina teria sido levada do berçário por volta das 13h desta sexta-feira, na troca de turno das auxiliares de enfermagem.

Todas as funcionárias que estavam nos dois turnos deverão ser ouvidas. Caso seja comprovado negligência, elas podem ser indiciadas por abandono de menor.

O pai da menina disse que não chegou a conhecer a filha. Muito abalado, José Ribamar Dutra afirmou que estava em casa quando a irmã ligou comunicando o desaparecimento. “É muito triste, a gente estava com o enxoval pronto. Só Deus sabe como eu estou”, disse o pai.

A menina é a segunda filha do casal. A mãe, Luziete Garcês, continua internada na maternidade da Santa Casa.

Em nota, o provedor da Santa Casa de Misericórdia do Maranhão, Bendito Dualibe Murad, informou que o hospital toma “as devidas providências administrativas imprescindíveis para colaborar com a polícia”.

Terra 

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O caso da menina de 9 anos que interrompeu a gravidez de gêmeos causou comoção e revolta. A repercussão foi ainda maior pela reação da Igreja Católica ao aborto provocado pelos médicos. O arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a mãe e a equipe médica envolvida no procedimento.

Nesta sexta-feira (6), o arcebispo disse que o padrasto, suspeito de violentar a menina e ser pai dos bebês, não pode ser excomungado. “Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão”, afirmou Sobrinho. “Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente.”

A equipe que participou do aborto está recebendo e-mails de médicos do país inteiro. Foram mais de 500 mensagens de apoio até a manhã desta sexta. Para os especialistas, não havia dúvida sobre a necessidade de interromper a gravidez e, sobre essa conduta, não cabe intervenção da Igreja.

O médico Rivaldo Albuquerque, que participou do atendimento, já havia sido excomungado antes. Ele entrou em choque com a Igreja Católica desde que participou da criação de um serviço de atenção às mulheres violentadas, que faz o aborto nos casos previstos por lei. Católico praticante, ele disse que não vai deixar de assistir à missa.

Quem é excomungado fica proibido de receber sacramentos como batismo, comunhão, crisma e casamento.

Repercussão

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota em que destaca o mandamento “não matarás” e reforça as críticas feitas ao aborto.

A imprensa italiana publicou, nesta sexta, reportagens afirmando que o Vaticano apóia a decisão do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, de excomungar os envolvidos na interrupção da gravidez de uma menina de 9 anos.

O site do jornal italiano “Corriere della Serra” mostra um texto sobre o caso. Em entrevista, o padre Gianfrancesco Grieco, diretor do Pontifício Conselho para a Família, disse que o tema é “muito, muito delicado”, mas a Igreja não pode “trair” seus princípios de defender a vida desde a concepção até a vida natural, mesmo diante de “um drama humano tão forte”.

Ainda de acordo com o texto, o padre disse que “o aborto não é uma solução, é um atalho” e reprovou a atitude dos médicos.

Alta

A gravidez da criança foi descoberta na semana passada, depois que ela reclamou de dores e foi levada a uma unidade de saúde. Os médicos classificaram a gestação de 15 semanas como de alto risco, pela idade e por ser de gêmeos. Segundo os médicos, a mãe pediu para que o aborto fosse realizado.

O padrasto da menina foi preso, suspeito de ter abusado da garota e ser pai dos bebês que ela esperava. Ele deve ser indiciado por estupro. De acordo com a polícia, a menina sofria violência sexual desde os 6 anos.

A menina teve alta nesta sexta-feira e passa bem, segundo o diretor do hospital em que ela estava internada, Sérgio Cabral. Ela e a mãe devem ser encaminhadas para um abrigo no Recife, por determinação do Ministério Público. Elas não devem voltar imediatamente para Alagoinha (PE), onde moravam.

A delegada Tércia Amoedo, titular da 14ª DP (Leblon), afirmou, na noite desta quarta-feira (4), que os quatro suspeitos de assaltar e empurrar um casal de um penhasco na Avenida Niemeyer, na Zona Sul do Rio, confessaram o crime. Eles foram presos no início da noite na favela da Rocinha, também na Zona Sul.

De acordo com a polícia, eles foram localizados após uma denúncia anônima. Policiais militares do Serviço Reservado do 23º BPM (Leblon) encontraram os suspeitos com vários ferimentos em um dos acessos à Rocinha. Um deles tentou fugir, mas foi preso em seguida pela Polícia Civil.

A delegada Tércia Amoedo acredita que eles foram espancados por traficantes da Rocinha, onde são moradores. Segundo ela, os quatro teriam sido agredidos na tentativa de evitar uma ação policial na comunidade. Os suspeitos, no entanto, não identificaram os autores da agressão.

“Eles se reservam o direito de não falar. Mas tudo leva a crer que eles foram espancados por traficantes daquela comunidade, como uma forma de expulsão e para evitar que a polícia subisse o morro numa operação de busca”, afirmou a delegada.
O empresário e advogado Marcelo José de Souza Viana e a publicitária Paula Guimarães Barreto foram rendidos por quatro homens após sair de um restaurante na Lagoa, Zona Sul do Rio. Os quatro homens levaram o casal, depois de ficar sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos, para a Niemeyer, uma das ligações entre o Leblon e São Conrado. Lá, eles empurraram o casal no paredão de pedra que vai dar no mar.

Crime não planejado

Ainda de acordo com a delegada Tércia Amoedo, as características dos quatro suspeitos coincidem com os depoimentos das vítimas. A policial afirmou que um dos presos alegou que o crime não foi planejado e que eles não tinham a intenção de empurrar as vítimas na Avenida Niemeyer. Com os suspeitos, os policiais apreenderam documentos, um anel e outros pertences do casal.
A delegada informou que os quatro vão responder por tentativa de latrocínio. Se condenados, eles podem pegar de 20 a 25 anos de prisão. Ela afirmou, ainda, que nenhum deles corre risco de morte. O casal deverá fazer, ainda, o reconhecimento dos presos.
“Eles estão muito machucados. Ainda não sabemos quando eles deixarão o hospital. Mas isso não impede de fazermos o reconhecimento. As vítimas deverão fazer o reconhecimento dos presos através de fotos. O caso já está caminhando para o fim”, concluiu a delegada.G1


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